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| Jardineiros do Planeta |
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Que no início de 2012 possamos repensar nossas ações e escolhas e sermos " os jardineiros deste planeta"
A biodiversidade desejada e cultivada por cada um(a) de nós. Um imaginário em construção. E aqui podemos construí-lo juntos.
“Entramos numa época de ilimitação e é nisso que temos o desejo do infinito (..). A sociedade capitalista é uma sociedade que caminha para o abismo, sob todos os pontos de vista, por não saber se autolimitar. E uma sociedade realmente livre, autônoma deve saber se autolimitar, saber que há coisas que não se pode fazer, que não se deve nem tentar fazer, ou que não se deve desejar. Vivemos neste planeta que estamos destruindo (..). Tantas maravilhas em vias de extinção. Penso que deveríamos ser os jardineiros deste planeta. Teríamos que cultivá-lo. Cultivá-lo como ele é e pelo que é. A tarefa é enorme (..) só que isto está muito longe não só do atual sistema quanto da imaginação dominante. O imaginário de nossa época é o da expansão ilimitada(..). Isso que é preciso destruir. É nesse imaginário que o sistema se apóia”.(Castoriadis, 1999).
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 01/01/2012 22:55 |
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| Desabafo ecológico |
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Recebi por email, achei o muito interessante... Quem sabe se soubermos abrir mão das facilidades, viver uma vida menos consumista, teremos um mundo melhor.
"Na fila do supermercado o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse:
“Não havia essa onda verde no meu tempo.”
O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. "
"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 10/10/2011 07:30 |
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| Aditivos químicos nos alimentos |
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Nem sempre é possivel ter alimentos orgânicos em casa. Mas ao consumir alimentos convencionais, é possível optar por produtos que tenham baixa presença de aditivos químicos, resultantes da aplicação de agrotóxicos de todo o tipo. Confira as dicas do agrônomo Moacir Darolt, do Instituto Agronômico do Paraná.
RISCO BAIXO - Feijão, peixes marinhos, folhas, caqui, pitanga, abacate, acerola, jabuticaba, coco, mexerica e nêspera. Esses alimentos têm ciclo curto de cultivo e recebem menos pulverizações com agrotóxicos.
RISCO MÉDIO - Arroz integral, carne bovina, peixes de água doce, beterraba, cenoura, alho, banana, manga, abacaxi, melancia, laranja, mamão formosa e maracujá. Todos têm ciclo de vida intermediário e recebem um número de pulverizações um pouco maior do que os alimentos do grupo anterior.
RISCO ALTO - Frango, tomate, pimentão, berinjela, pepino, abobrinha, morango, goiaba, uva, maçã, pêssego, mamão papaia, figo, pêra, melão e nectarina. São muito delicados para produzir e estão mais sujeitos ao ataque de pragas, portanto recebem mais químicos. O tomate é o campeão em resíduos porque recebe em média 36 pulverizações com agrotóxicos. O frango e ovos de aviários são outros vilões. As aves criadas em confinamento precisam receber doses diárias de medicamentos e/ou promotores de crescimento durante toda a sua vida.
Fonte:http://www.coopgirasol.com.br/ |
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 08/10/2011 21:25 |
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| De onde vem a água que usamos? |
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Participei, hoje pela manhã, do lançamento do Programa Guardiões das Águas e do VIII Encontro pelas águas na localidade de Lajeado dos Machados- Tenente Portela.
Estamos na Semana Interamericana da Água (01 a 08 de outubro) que tem como lema uma pergunta: “De onde vem a água que usamos?”. O tema visa refletir sobre o percurso da água e sobre o impacto que o uso inadequado dessa água pode provocar ao longo do caminho. O município de Tenente Portela instituiu a Semana Municipal da Água, uma iniciativa da vereadora Márcia e aprovada pelos demais vereadores.
As ações promovidas na Semana da Água visam a 1) discutir e aprofundar questões relativas à água, em todos os níveis, 2) impulsionar a execução de programas e projetos em defesa da água e 3) incentivar a cooperação entre as pessoas, para que cada um faça a sua parte em favor da sustentabilidade
No evento ocorreu o lançamento do Programa Guardiões das Águas. O Programa tem como objetivo principal auxiliar na proteção de nascentes e na recuperação de mata ciliar contribuindo para a preservação dos recursos hídricos através de subsídios materiais e financeiros para os agricultores e ainda, promover a educação ambiental.
Participaram dessa ação representantes do Comitê de Bacias Hidrográficas dos Rios Turvo/SantaRosa/Santo Cristo, da Corsan, do Conselho Municipal do Meio Ambiente, Emater, Banrisul Socioambiental, Secretaria Municipal da Educação e os vereadores Ildo Scapini, Márcia Mueller, Elenir De Carli e Itomar Ortolan.
Parabéns a Administração Municipal, a Secretaria Municipal da Agricultura, ao Departamento do Meio Ambiente e aos vereadores de Tenente Portela que aprovaram e criaram esse projeto de conservação dos recursos naturais. |
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 05/10/2011 21:56 |
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| Pesticidas estão entre os grandes causadores de câncer, afirma médica |
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Li a matéria da médica Silvia sobre o uso de venenos na agricultura, é preocupante. Temos que pensar, enquanto consumidores e agricultores familiares formas de diminuir o uso de venenos.
Leiam a matéria:
O aumento de casos de câncer entre a população com menos de 18 anos pode estar relacionado ao uso excessivo de agrotóxicos nas lavouras. Foi o que afirmou a médica e especialista em câncer, Silvia Regina Brandalise, em entrevista à um programa de televisão (De Frente com Gabi, do SBT). Ela lembrou que os agentes químicos atacam as células do corpo humano, facilitando o desenvolvimento da doença.“Os fatores de risco que estão sendo levantados são os poluentes ambientais, que são os pesticidas. Infelizmente, a indústria chama de defensivo agrícola. Mas é um veneno agrícola que quebra a Cromátide [um dos dois filamentos interligados, formado pela duplicação de um cromossomo durante os processos de divisão da célula] que é o primeiro passo para a carcinogênese [refere-se ao processo de formação do câncer].”A especialista também comenta que outros agravantes são os metais pesados, que sem conhecimento, são consumidos pela população“Existem o chumbo, mercúrio arsênio. Consumimos o arsênio por meio da água. Ele é usado para matar formiga na lavoura. Após ser jogado no chão, a chuva vem e leva ele para o lençol freático, até chegar na água que bebemos.Ela ainda lembra que esses agentes nocivos estão relacionados com a má formação congênita, deficiências orgânicas, mental e hepática. Regina reforça que o Brasil deve pensar um modelo de produção que respeite a vida da população.“O que usamos para ter uma grande produção, matando todas as pragas, acabamos fazendo a população consumir mais venenos. Temos que encontrar um meio que garanta um fluxo econômico e que preserve a qualidade de vida das pessoas.”O Brasil está em primeiro lugar no ranking dos países que mais usam agrotóxicos no mundo. Para se ter uma ideia da dimensão, é como se cada brasileiro consumisse, ao longo do ano, mais de cinco litros de veneno.
De São Paulo, da Radioagência NP, Danilo Augusto. 03/10/11
Disponível em: http://www.radioagencianp.com.br/10222-Pesticidas-est%C3%A3o-entre-os-grandes-causadores-de-cancer-afirma-medica%20 |
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 04/10/2011 13:17 |
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| Água - Pagamento por serviços ambientais |
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O meio rural tem uma grande importância na conservação dos recursos hídricos. Os rios que cruzam algumas cidades, de onde é retirada água para abastecimento humano, para os processos industriais e outras atividades, nascem na zona rural e passam por várias propriedades rurais antes de chegar às nossas torneiras.
Os agricultores têm um papel fundamental na proteção dos mananciais e nascentes de água. Mas essa conservação tem um custo e esse não deve ficar nas costas do agricultor familiar, sendo que nós consumidores urbanos estaremos usufruindo destes benefícios da conservação.O pagamento por serviços ambientais aos agricultores familiares é uma forma justa de estar compensando os agricultores.
Existem alguns municípios no nosso País que estão implementando projetos e programas municipais para pagamento pelos serviços ambientais. O nosso município é um dos primeiros do Estado a criar uma lei e um programa específico para tal. A remuneração de agricultores e proprietários de terra por serviços ambientais é vista por especialistas como a grande promessa para a preservação dos ecossistemas.
É importante ressaltar que o agricultor (mesmo recebendo pela conservação) não pode ser o único responsável pela preservação dos recursos hídricos, temos a responsabilidade na utilização e preservação da água.A mudança deve começar em nossas casas, no nosso uso doméstico e nos nossos padrões de consumo.
Leia mais: http://www.tenenteportela.rs.gov.br/site/noticia_ler.php?id=484 |
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 30/09/2011 22:31 |
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| Diversidade de cultivos garante segurança alimentar e renda aos agricultores familiares |
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A diversificação de culturas e criações na propriedade rural é uma estratégia que viabiliza a sustentabilidade da agricultura familiar. Entre os benefícios de sua adoção estão a garantia de renda, mesmo em períodos de entressafra, a segurança alimentar da família, além de benefícios para o meio ambiente.
Enquanto consumidores podemos adquirir essa produção e valorizar essa diversidade de produtos. A produção diversificada na agricultura familiar ajuda a manter a renda familiar durante todo o ano, proporcionando sustentabilidade econômica e ambiental para a propriedade.
Compre produtos dos agricultores familiares, visite a feira do produtor, fortaleça essa relação de sociabilidade e comercialização.
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 26/09/2011 12:20 |
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| Forno de barro |
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O uso do forno de barro ainda faz parte do cotidiano de algumas famílias rurais. Tive a oportunidade de conhecer algumas mulheres que tem, entre suas tarefas semanais, a prática de assar uma fornada de pães para a família.
Essas mulheres têm muito conhecimento acumulado, escolhem desde a lenha para a produção de boas brasas, a quantidade de formas por formada e o tempo ideal para que assem de modo a atingir as características de cor, sabor e textura tradicionais dos produtos elaborados.
Espero que essa tradição continue e que as comunidades rurais valorizem seus produtos e as novas gerações tenham interesse em aprender essa tradição alimentar.
Essa valorização passa pelo reconhecimento da nossa cultura alimentar, principalmente a do meio rural. |
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 21/09/2011 08:00 |
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| Lixo eletrônico e recolhimento de pilhas e baterias |
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O Rotaract fará coleta de pilhas e baterias na festa popular em comemoração ao aniversário do município de Tenente Portela no dia 18 de agosto.
Leve além de pilhas e baterias de celulares, o lixo eletrônico que tens em casa( computadores, celulares e suas baterias, carregadores, telefones sem fio, cabos, terminais, centrais telefônicas, placas de rede, placas-mãe, placas de vídeo, placas de som, placas de fax modem, vídeo cassete, DVD, CD ROOM, aparelhos de som e rádios). O Departamento do Meio Ambiente de Tenente Portela estará recolhendo esses materiais.
Participe. Adote ações concretas para evitar a contaminação do solo, das águas e do ar com metais pesados, plásticos e outros resíduos do lixo eletrônico

Fonte: http://www.portelaonline.com.br/site/noticia.php?id=9551 |
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 17/08/2011 20:00 |
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| O fim certo para o lixo eletrônico |
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O Departamento do meio ambiente e desenvolvimento rural de Tenente Portela está promovendo uma campanha de recolhimento do lixo eletrônico, os materiais podem ser entregues na secretaria municipal de serviços urbanos ou no dia 18 de agosto de 2011 na praça Brasília.
Participe. Adote ações concretas para evitar a contaminação do solo, das águas e do ar com metais pesados, plásticos e outros resíduos do lixo eletrônico.
Na composição dos equipamentos eletrônicos existem substâncias tóxicas como mercúrio, chumbo, cádmio, belírio e arsênio – altamente perigosos à saúde humana. Além disso, para se produzir os aparelhos também são utilizados compostos químicos retardantes de chamas e PVC, que demoram séculos para se decompor no meio ambiente. Em contato com o ar, as águas e o solo, e por exposição direta ou indireta via água de abastecimento e alimentos, essas substâncias podem distúrbios no sistema nervoso, problemas renais e pulmonares, câncer e outras doenças, podendo, inclusive, afetar o cérebro. Os metais pesados, com alta concentração no lixo eletrônico, têm a propriedade da bioacumulação nos organismos vivos e, dessa forma, se estender por toda a cadeia trófica, isto é, toda a cadeia alimentar, chegando ao topo onde se encontra o homem.
Além de dar um destino correto ao lixo eletrônico, repense sua maneira de consumir. Baseia-se nos três Rs: reduzir, reusar e reciclar.
A premissa é: da próxima vez que você pensar em comprar um novo produto, pense... ...se você realmente precisa comprá-lo, ou pode alugar ou pedir emprestado...se você pode consertar o antigo. ...se realmente está quebrado sem possibilidade de conserto, como você pode reciclá-lo. ...se ele ainda funciona, mas você não precisa dele, você pode reduzir o impacto ambiental doando ou vendendo, ao invés de reciclar ou jogar fora.
Pense: contribuir com a sustentabilidade do nosso planeta não é só reciclar o lixo, mas também repensar o consumo e as necessidades que levam à compra.
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 16/08/2011 12:00 |
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| O veneno está na mesa?? |
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O uso de agrotóxicos na produção agrícola e a contaminação dos alimentos por estes elementos tóxicos têm sido preocupação no âmbito de saúde publica. Um estudo da Agencia Nacional de Vigilância Sanitaria (Anvisa), iniciado em 2001, mostra que muitos dos alimentos que consumimos normalmente estão contaminados. Segundo a própria Anvisa, os agrotóxicos ''são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer.''
O Projeto de Analise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), realizado pela Anvisa em conjunto com órgãos de vigilância de 25 estados participantes, mais Distritos Federais analisou diversos legumes, frutas e vegetais para ver o quão contaminado eles estavam.
Entre as amostragens analisadas, os alimentos que foram contaminados com uma frequência maior foram:
* PIMENTÃO (80,0%)
* UVA (54,80%)
* MORANGO(50,80%)
* COUVE-FLOR(44,20%)
* ABACAXI(44,10%)
* MAMÃO (38,80%)
* ALFACE (38,40%)
* TOMATE (32,60%)
* BETERRABA (32,0%)
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 10/08/2011 15:34 |
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| 1/3 de tudo que você compra vai direto para o lixo |
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VOCÊ PODE REDUZIR O DESPERDÍCIO.
Além de gerar mais poluição, o desperdício de alimentos custa caro para o seu bolso e para a sociedade. Ele aumenta a produção de lixo e os gastos com coleta e tratamento.
Visite: http://www.akatu.org.br/Dicas/Consumo-Consciente
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 14/05/2011 18:18 |
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| A farra dos venenos na agricultura |
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Uso de agrotóxicos no Brasil deve superar recorde
Da Radioagência NP
Dependendo do volume de vendas estimado em 2010 pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), o uso dos agrotóxicos nas lavouras brasileiras deve bater um novo recorde.
Na safra de 2009, foram utilizadas um milhão de toneladas de defensivos agrícolas, adubos e fertilizantes.
As empresas do setor anunciarão o desempenho somente no início de março, mas os dados foram confirmados no final de 2010 pelo presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag), Laércio Valentin Giampani.
“A agricultura e nós [indústria de defensivos] fizemos um bom ano. O nosso setor deve crescer. Nós estimamos fechar com um crescimento de 6% a 8%, atingindo US$ 7 bilhões em vendas. Nós medimos o desempenho do nosso setor em vendas.”
Desde 2008, o Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos. O engenheiro sanitarista e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Alexandre Pessoa Dias explica que as altas taxas de consumo estão relacionadas ao modelo de produção.
“Isso faz parte de um modelo de desenvolvimento que tem como indutor o agronegócio. Ele estabelece consórcios com transnacionais, visando o financiamento, fomento e a indução de commodities agroindustriais. A partir daí, se oferta um pacote tecnológico, onde entra o agrotóxico, transgênicos de sementes e fertilizantes.”
Para Alexandre, é necessário investir em uma política agrícola mais preocupada com a produção de alimentos saudáveis. Ele aponta a agroecologia como uma alternativa viável e defende maior rigor na regulação dos produtos.
“Existe um problema no campo que envolve diretamente os trabalhadores que utilizam e manuseiam esses produtos agrotóxicos, dos familiares e da área rural que é afetada diretamente, seja por pulverização aérea, seja pelo caminho das águas que sofrem a contaminação. Como também compromete a soberania alimentar. E aí, estamos falando dos problemas de saúde que ocorrem na cidade.”
Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostram que 15% dos alimentos consumidos pelos brasileiros apresentam taxa de resíduos de veneno em um nível prejudicial à saúde.
Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), o Brasil é o principal destino de agrotóxicos proibidos no exterior. Dez variedades vendidas livremente aos agricultores não circulam na União Europeia e Estados Unidos. Desde 2002, apenas quatro produtos foram barrados pela Anvisa.O Endossulfam, por exemplo, é uma substância altamente tóxica e associada a problemas reprodutivos. Já foi vetado em 45 países, mas no Brasil, o uso será permitido até 2013. |
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 11/05/2011 12:54 |
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| Horto- Relógio do Corpo Humano |
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O Horto Medicinal: Relógio do Corpo Humano é uma metodologia de trabalho desenvolvida pela EMATER/RS-ASCAR e com concretização pela Pastoral da Saúde. Surgiu da necessidade de conhecer mais as plantas medicinais utilizadas pelas famílias e de reuni-las em um único local. O Horto oferece segurança na produção das plantas medicinais, livres de agroquímicos, animais e contaminantes, didaticamente serve de suporte do conhecimento, facilita o acesso da comunidade, preserva o ambiente e as espécies e promove a qualificação das atividades Há um fator inovador neste Horto, a união das plantas medicinais com os principais órgãos do corpo humano, informando os horários de maior atividade de cada órgão e quais as plantas recomendadas para tratamento de doenças específicas. O nosso corpo, segundo a medicina Chinesa e a Teoria do Relógio Cósmico, consiste em um microcosmo que reproduz as leis da natureza, quando se observa a circulação de energia pelos meridianos principais.
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 04/01/2011 19:56 |
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| Repelente caseiro de cravo |
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INGREDIENTES: 2 xícaras de álcool hidratado (o comum) 2 colheres de cravo da índia 4 colheres de óleo (amêndoas ou de bebê)
Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias agitando, cedo e de tarde;
Depois coloque o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila, erva-doce, aloe vera).
Passe só uma gota no braço e pernas e o mosquito foge do cômodo. O cravo espanta formigas da cozinha e dos eletrônicos, espanta até as pulgas dos animais. O repelente evita que o mosquito sugue o sangue, assim, ele não consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a proliferação. |
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| Escrito por:Silmara Patrícia Cassol Vogt - 06/11/2010 18:37 |
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